# Seychelles: mapa turístico, o que fazer e quando ir

Três ilhas de granito, praias entre rochedos e a floresta do coco de mer, ligadas por ferry

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## Resposta direta
- **Seychelles: como ir do aeroporto a Victoria?** O Aeroporto Internacional das Seychelles (SEZ) fica na costa leste de Mahé, ao sul de Victoria, e é a única porta de entrada internacional do país.
- **Seychelles: o que é preciso para entrar no país?** Antes de embarcar para o país, todo visitante estrangeiro precisa da Travel Authorisation, pedida on-line no portal oficial do governo (seychelles.govtas.com), e de reserva de hospedagem e passagem de saída.
- **Seychelles: quantos dias reservar e como dividi-los entre as ilhas?** Eu reservaria cinco dias inteiros para as três ilhas, sem contar o dia da chegada: dois em Mahé, um em Praslin e dois em La Digue, com uma noite na ilha entre eles.

## Victoria e Beau Vallon
Comece cedo pelo mercado Sir Selwyn Selwyn-Clarke e caminhe pelo centro: a torre do relógio e o templo hindu ficam a poucas quadras.
- Sir Selwyn Selwyn-Clarke Market
- Beau Vallon

## As montanhas e o sul de Mahé
Saia cedo para uma trilha antes do calor: Anse Major, a partir de Bel Ombre (de 45 minutos a uma hora e meia em cada sentido), ou Copolia, na estrada Sans Souci (cerca de duas horas ida e volta, com vista para Victoria e Sainte Anne).
- Anse Major
- Anse Soleil
- Domaine de Val des Prés

## Praslin: a Vallée de Mai e Anse Lazio
Pegue um ferry da manhã da Cat Cocos no cais de Victoria até Baie Sainte Anne (cerca de 1h15), chegando ao cais 30 minutos antes com o passaporte.
- Vallée de Mai
- Anse Lazio
- Grand Anse

## La Digue: L'Union Estate e Anse Source d'Argent
Pegue um ferry de Baie Sainte Anne para La Passe (15 minutos) e deixe a bagagem na hospedagem.
- Anse Source d'Argent
- L'Union Estate
- Fond Ferdinand Nature Reserve
- Veuve Nature Reserve

## A costa leste de La Digue e a volta
Bem cedo, suba ao Nid d'Aigle (333 m), cerca de 4 km com pouca sombra, para ver a ilha e as vizinhas.
- Anse Cocos
- Nid d'Aigle

## Anse Source d'Argent
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La Digue · Uma a duas horas
A praia mais fotografada das Seychelles fica na costa sudoeste de La Digue: areia branca, água rasa protegida por recife e grandes rochedos de granito, alisados pelo tempo, que separam pequenas enseadas. O acesso é pela antiga plantação de L'Union Estate, com entrada paga. A maré manda na visita: na baixa, a água fica rasa demais para nadar e é hora de andar entre as enseadas; na cheia, a lagoa fica boa para banho e snorkel de iniciante. O movimento é maior no meio do dia.
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## Vallée de Mai
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Uma a duas horas
Reserva natural em Praslin e patrimônio mundial da UNESCO desde 1983, com 19,5 hectares de floresta de palmeiras endêmicas. A estrela é o coco de mer, que dá a maior semente do reino vegetal, mas a floresta abriga outras cinco palmeiras endêmicas e animais que só existem ali e em poucas ilhas vizinhas, como o papagaio-negro-das-seychelles. As trilhas vão de cerca de 1,5 km a 4 km. Abre todos os dias das 8h30 às 16h30, com última entrada às 15h30, e fecha no Natal e no Ano-Novo. A entrada custa SCR 450, paga em rúpia, euro, dólar ou libra; o ingresso pode ser comprado on-line no site da Seychelles Islands Foundation. Não é permitido fotografar com flash.
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## L'Union Estate
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La Digue · Até meia hora
Antiga plantação de coco e baunilha em La Digue, hoje parque e passagem obrigatória para Anse Source d'Argent. Mostra um engenho tradicional de copra, a casa de fazenda em estilo colonial francês, o plantio de baunilha e um cercado com tartarugas-gigantes de Aldabra. A entrada é paga e o bilhete vale para o dia inteiro, com entrada e saída livres; em setembro de 2026, custava SCR 150 por adulto não residente.
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## Morne Seychellois National Park
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Meio dia ou mais
O parque cobre cerca de um quinto de Mahé com floresta, rochedos de granito e o Morne Seychellois, de 905 m, o ponto mais alto do país. Acima de 600 m restam trechos de floresta primária com plantas raras, como a árvore-água-viva e a planta carnívora Nepenthes pervillei. Para quem tem pouco tempo, a trilha de Copolia leva cerca de duas horas, ida e volta, até um platô com vista para Victoria e o parque marinho de Sainte Anne. De carro, a estrada Sans Souci atravessa o parque de Victoria a Port Glaud.
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## Anse Lazio
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Praslin · Uma a duas horas
Praia no extremo noroeste de Praslin, com água clara, boa para nadar e fazer snorkel, rochedos de granito nas pontas e vegetação até a areia. Fica longe do porto de ferries e pede carro, táxi ou ônibus.
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## Sir Selwyn Selwyn-Clarke Market
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Victoria · Até meia hora
O mercado central de Victoria vende peixe fresco, frutas tropicais e especiarias cultivadas nas ilhas. Vale ir cedo, quando há mais peixe e mais movimento.
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## National Museum of History
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Até meia hora
Museu em Victoria que conta a ocupação das ilhas, a escravidão, a vida nas plantações e a independência. Guarda a Pedra de Posse assentada pelos franceses em 1756, o monumento mais antigo do país. Confira o horário antes de ir.
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## Sri Navasakthi Vinayagar Temple
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Até meia hora
Templo hindu de Victoria, dedicado a Vinayagar (Ganesha) e frequentado pela comunidade indo-seichelense, a segunda maior comunidade religiosa do país. Fica a poucas quadras do mercado e da torre do relógio, e combina bem com a mesma caminhada pelo centro.
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## Victoria Clock Tower
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Victoria · Até meia hora
A pequena torre do relógio, no cruzamento central de Victoria, é inspirada no Little Ben de Londres e hoje é monumento nacional. Funciona como ponto de referência para se orientar na cidade; a visita é a passagem.
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## Seychelles National Botanical Gardens
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Uma a duas horas
Jardim em Mont Fleuri, na saída sul de Victoria, e um dos monumentos nacionais mais antigos. Tem palmeiras nativas, inclusive o coco de mer, um cercado de tartarugas-gigantes e uma colônia de morcegos-frugívoros. É a forma mais fácil de ver um coco de mer em Mahé.
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## Beau Vallon
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Beau Vallon · Uma a duas horas
A praia mais popular de Mahé, na costa noroeste: uma faixa de cerca de 2 km de areia branca com centros de mergulho, esportes aquáticos, hotéis e restaurantes. É a área com mais vida à noite fora de Victoria.
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## Anse Major
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Meio dia ou mais
Praia pequena e isolada no noroeste de Mahé, sem estrada: chega-se por uma trilha que sai de Bel Ombre e passa pelo parque do Morne Seychellois, de 45 minutos a uma hora e meia em cada sentido, conforme o ritmo, ou de barco. Leve água e saia cedo, antes do calor.
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## Anse Soleil
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Uma a duas horas
Enseada pequena no sudoeste de Mahé, protegida e boa para nadar, entre rochedos e vegetação. Chega-se de carro por uma estrada estreita.
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## Domaine de Val des Prés
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Até meia hora
A vila de artesanato de Anse aux Pins reúne a arquitetura e o artesanato crioulos: a casa de fazenda Gran Kaz, construída por volta de 1870, a Kaz Rosa, casa operária do século XX, e a Maison de Coco, feita com materiais do coqueiro. Há oficinas e lojas de trabalhos em fibra de coco e palha.
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## Fond Ferdinand Nature Reserve
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Uma a duas horas
Reserva no sul de Praslin, também administrada pela Seychelles Islands Foundation, com coco de mer e trilhas, acompanhadas por guia, que cruzam riachos e sobem a mirantes sobre Praslin e as ilhas vizinhas. Tem entrada paga, e a fundação vende um bilhete combinado com a Vallée de Mai.
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## Anse Volbert
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Uma a duas horas
A praia da Côte d'Or, na costa norte de Praslin, é a principal da ilha: areia branca, água calma e rasa, rochedos na ponta oeste e uma linha de hotéis, restaurantes e operadores de mergulho. Os barcos para Curieuse e St Pierre saem daqui.
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## Grand Anse
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Uma a duas horas
Praia larga da costa leste de La Digue, com areia branca, rochedos e mata em volta. Sem recife que a proteja, recebe ondas fortes e correntes sazonais, e nadar nem sempre é seguro; é praia de surfistas locais. A trilha para Petite Anse e Anse Cocos começa aqui.
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## Anse Cocos
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Meio dia ou mais
Praia da costa leste de La Digue, alcançada por trilha a partir de Grand Anse, passando por Petite Anse. Os rochedos formam piscinas naturais numa das pontas, mas o mar aberto pede o mesmo cuidado de Grand Anse.
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## Veuve Nature Reserve
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La Digue · Até meia hora
Pequena reserva no centro de La Digue que protege o papa-moscas-do-paraíso-das-seychelles, chamado veuve (viúva) pelos moradores. Tem trilhas curtas e centro de informação na entrada, e a entrada é gratuita. Leve repelente.
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## Nid d'Aigle
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La Digue · Meio dia ou mais
O ponto mais alto de La Digue, com 333 m, alcançado por uma trilha de cerca de 4 km, com pouca sombra e trechos cansativos. A vista abrange a ilha e as vizinhas, inclusive Praslin.
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## Anse Sévère
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Uma a duas horas
Praia ao norte de La Passe, a uma pedalada curta do cais, boa para snorkel perto das pedras, com peixes de recife e, às vezes, tartarugas e raias.
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**Seychelles: como ir do aeroporto a Victoria?**
O Aeroporto Internacional das Seychelles (SEZ) fica na costa leste de Mahé, ao sul de Victoria, e é a única porta de entrada internacional do país. Há balcões de aluguel de carro na saída do desembarque, táxis e ônibus da SPTC para Victoria; no ônibus, leve rúpias em notas pequenas, porque troco de nota alta não é garantido.

**Seychelles: o que é preciso para entrar no país?**
Antes de embarcar para o país, todo visitante estrangeiro precisa da Travel Authorisation, pedida on-line no portal oficial do governo (seychelles.govtas.com), e de reserva de hospedagem e passagem de saída. A imigração confere a reserva de hospedagem para toda a estadia, e quem chega sem reserva pode ter de reservar e pagar no balcão do aeroporto antes de passar.

**Seychelles: quantos dias reservar e como dividi-los entre as ilhas?**
Eu reservaria cinco dias inteiros para as três ilhas, sem contar o dia da chegada: dois em Mahé, um em Praslin e dois em La Digue, com uma noite na ilha entre eles. Cada travessia de ferry ocupa parte do dia, e as três ilhas são diferentes o bastante para que cortar uma delas mude a viagem. Em Mahé, o primeiro dia é Victoria e Beau Vallon, e o segundo é das montanhas, com uma trilha cedo e as enseadas do sul de carro. Praslin cabe num dia se ele começar no ferry da manhã: a Vallée de Mai até o começo da tarde e Anse Lazio até o pôr do sol. Em La Digue, a noite na ilha permite ir a Anse Source d'Argent na maré cheia num dia e ter a manhã seguinte para a costa leste e o Nid d'Aigle, antes do ferry de volta. Com seis dias, eu acrescentaria um dia de barco a partir de Praslin, para Curieuse e St Pierre, por causa das tartarugas-gigantes e do snorkel.

**Seychelles: como ir de uma ilha a outra?**
A Cat Cocos liga Mahé (cais de Victoria), Praslin (Baie Sainte Anne) e La Digue (La Passe). A travessia leva cerca de 1h15 de Mahé a Praslin, 1h45 de Mahé a La Digue com parada em Praslin e 1h10 no trajeto direto, que tem poucas saídas por semana; entre Praslin e La Digue são 15 minutos. Os horários mudam por dia da semana e são publicados pela empresa, e vale reservar on-line na alta temporada. É preciso chegar ao cais 30 minutos antes, com passaporte ou documento de identidade. A Inter Island Ferry também faz o trecho entre Praslin e La Digue. A Air Seychelles voa entre Mahé e o aeroporto de Praslin várias vezes ao dia, num voo curto; custa mais do que o ferry, mas evita o mar agitado nos meses de alísio.

**Seychelles: vale dormir em La Digue ou dá para ir a Anse Source d'Argent num bate-volta?**
Eu dormiria pelo menos uma noite em La Digue. A partir de Mahé, a travessia direta ou por Praslin consome boa parte do dia; a partir de Praslin são só 15 minutos, mas quem dorme na ilha escolhe a hora de Anse Source d'Argent pela maré cheia e pode ir antes ou depois do movimento do meio do dia. Na maré baixa, a água fica rasa demais para nadar e é hora de andar entre as enseadas; na cheia, a lagoa fica boa para banho e snorkel de iniciante. O acesso à praia é pela antiga plantação de L'Union Estate, com entrada paga e bilhete válido para o dia inteiro, com entrada e saída livres; em setembro de 2026, custava SCR 150 por adulto não residente.

**Seychelles: como se deslocar em La Digue?**
Em La Digue não há carro de aluguel. A ilha se percorre de bicicleta, alugada perto do cais ou pela hospedagem; a estrada da costa oeste é plana. Há poucos táxis, caros, e a carroça puxada por boi ainda faz traslados curtos perto do cais. Muitas hospedagens buscam o hóspede no ferry; confirme antes.

**Seychelles: qual é a melhor época para ir?**
Abril, outubro e novembro; são os meses de transição entre as duas estações, com vento variável e fora da chuva da monção de noroeste (dezembro a março) e do vento do alísio de sudeste (maio a setembro). São também os mais indicados para snorkel e para combinar as três ilhas. Dezembro e janeiro, julho e agosto e a Páscoa são os períodos mais procurados, com hospedagem mais cara e mais difícil de achar.

**Seychelles: quando abre e quanto custa a Vallée de Mai?**
A Vallée de Mai, em Praslin, abre todos os dias das 8h30 às 16h30, com última entrada às 15h30, e fecha no Natal e no Ano-Novo. A entrada custa SCR 450, paga em rúpia, euro, dólar ou libra; o ingresso pode ser comprado on-line no site da Seychelles Islands Foundation. Não é permitido fotografar com flash. A fundação vende um bilhete para a Vallée de Mai e Fond Ferdinand, com uma entrada em cada reserva em até dez dias. Menores de 12 anos não pagam, mas precisam mostrar documento.

**Seychelles: qual passeio de barco vale um dia a mais?**
Curieuse fica logo ao largo da costa norte de Praslin e se alcança de barco a partir de Anse Volbert, na Côte d'Or, num passeio que costuma combinar a ilha com snorkel em St Pierre, ilhota de granito próxima. A ilha e o mar em volta formam um parque nacional marinho, com centenas de tartarugas-gigantes trazidas de Aldabra entre 1978 e 1982, uma trilha pelo mangue entre Anse José e Baie Laraie e as ruínas da antiga colônia de leprosos, com a Casa do Médico, hoje monumento nacional. Há taxa de entrada no parque, cobrada à parte ou incluída no passeio.

**Seychelles: é melhor pagar em rúpia ou em euro?**
A moeda é a rúpia seichelense (SCR). Estrangeiros podem pagar hotel, ferry, aluguel de carro, passeios e algumas entradas em euro ou dólar, mas o troco vem em rúpias, e quando a etiqueta mostra os dois preços o câmbio aplicado costuma ser desfavorável. Ter rúpias para mercado, ônibus e comida para viagem evita a conversão. Visa e Mastercard são aceitos em quase todo negócio turístico; bancos e caixas eletrônicos ficam sobretudo em Victoria, no aeroporto e perto de Beau Vallon, com agências também em Praslin e La Digue.

**Seychelles: a hospedagem cobra taxa de turismo?**
Desde 1º de janeiro de 2026, a taxa ambiental de turismo não é mais cobrada nas hospedagens pequenas (até 24 quartos, pela definição da Seychelles Revenue Commission); nas médias, de até 50 quartos, é de SCR 75 por pessoa por noite, e nas de 51 quartos ou mais, nos resorts de ilha e nos iates, de SCR 100. Crianças de até 12 anos não pagam.

**Seychelles: quais são os riscos para quem visita?**
As Seychelles são um destino tranquilo, e os riscos mais concretos são o mar e o furto oportunista. Correntes fortes aparecem em praias sem recife e na época do alísio de sudeste: respeite as placas de aviso e evite nadar sozinho em praias isoladas. Não deixe bolsa ou celular sozinhos na areia nem objetos à vista no carro, e prefira ruas iluminadas à noite. Em Beau Vallon, a estrada secundária atrás da praia tem algum movimento suspeito à noite, embora quem está ali costume ignorar quem passa. Os mosquitos transmitem dengue e chikungunya; use repelente, sobretudo nas trilhas de floresta e na Veuve Nature Reserve. Fora de Victoria, o atendimento médico é limitado, e um seguro com remoção é prudente para quem vai a ilhas pequenas.


## No app do Nilo
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