
Austrália
Tasmânia
Tasmânia, a ilha ao sul da Austrália de Hobart, dos presídios do século XIX e dos parques nacionais
Dias Eu ficaria pelo menos três dias na Tasmânia com base em Hobart: o primeiro para Sullivans Cove, a Salamanca Place, Battery Point e a Female Factory; o segundo para o MONA, de balsa, e o topo do kunanyi à tarde; e o terceiro inteiro para Port Arthur, de carro.
Como o guia chega a este número
Com cinco dias, eu acrescentaria um dia na Bruny Island e terminaria na Wineglass Bay, dormindo em Coles Bay em vez de voltar a Hobart no mesmo dia. Cradle Mountain fica a mais de quatro horas de estrada e pede pelo menos dois dias a mais, de preferência como ponto final de quem segue para o norte e para a balsa de Devonport.
3–5
Comece pelo programa básico e escolha as extensões conforme o tempo disponível.
Quando Dezembro a março; junho tem o Dark Mofo e o frio do inverno, e setembro a novembro é a baixa temporada.
Como o guia chega a este número
O verão austral, de dezembro a fevereiro, é a alta temporada: dias longos, com 15,3 horas de luz no solstício, máximas médias de 21 °C a 23 °C em Hobart, trilhas abertas e a cidade cheia com a regata Sydney a Hobart e o Taste of Summer na virada do ano. Março mantém máximas médias perto de 21 °C fora das duas altas temporadas citadas pela Tourism Australia, e eu o escolheria para caminhar na Freycinet e em Cradle Mountain. O outono, até maio, esfria rápido. O inverno, de junho a agosto, também é alta temporada por causa do Dark Mofo: as máximas ficam perto de 13 °C, o kunanyi costuma ter neve e a estrada do topo pode fechar com gelo, e as trilhas de montanha pedem equipamento de frio. A primavera, de setembro a novembro, é a baixa temporada, com máximas médias de 15,7 °C em setembro a 19,1 °C em novembro. Em qualquer época, o topo do kunanyi e Cradle Mountain podem ter neve.
Por pessoa/dia Econômico cerca de 107 AUD; médio cerca de 238 AUD; confortável cerca de 493 AUD por pessoa e por dia, segundo o gasto que viajantes relatam ao Budget Your Trip (consulta de outubro de 2026).
Como o guia chega a este número
Valores indicativos, sem passagem de chegada ao destino. Média de Hobart.
Econômico cerca de 107 AUD; médio cerca de 238 AUD; confortável cerca de 493 AUD por pessoa e por dia, segundo o gasto que viajantes relatam ao Budget Your Trip (consulta de outubro de 2026). Valores indicativos, sem passagem de chegada ao destino. Média de Hobart.
Por pessoa e por dia: hospedagem, refeições, transporte urbano, visitas e uma margem para extras. Voos não incluídos; compras maiores variam. Estimativa editorial, não cotação.
Salta · entre as mais baratasZermatt · entre as mais caras
Mais caro que 71% delas. O traço marca a mediana. Comparação pelo meio da faixa diária de cada cidade, convertida pelo câmbio de 24 de set. de 2026.
O que o Nilo achaEu indicaria a Tasmânia para quem gosta de arquitetura de épocas misturadas, de ingredientes pouco comuns e de museus fora do circuito. A ilha cultiva açafrão, trufas e wasabi, e eu procuraria esses produtos nos cardápios de Hobart e nas lojas de produtor antes de pensar em lembrança. A capital junta o georgiano a camadas mais novas: o Hadley's Orient Hotel recebe hóspedes desde 1834, as ruas Murray, Macquarie e Elizabeth têm prédios art déco dos anos 1930, e o edifício mais alto da ilha é o cassino de Wrest Point, de 1973, projeto de Roy Grounds, autor também das duas casas que o MONA preservou na península de Berriedale. Muito antes do MONA, Lady Jane Franklin abriu em 1843 a Lady Franklin Gallery, no Acanthe Park, o primeiro museu particular da Austrália. O cassino eu olharia de fora, como parte da paisagem de Sandy Bay, sem programar a noite em torno dele.A Tasmânia é a ilha-estado do sul da Austrália, de clima fresco, montanhas, florestas úmidas e costa recortada. Hobart, a capital, cresceu como prisão e porto baleeiro numa enseada ao pé de uma montanha de 1.271 m, e ainda tem a cara disso: armazéns de arenito cortado por condenados, chalés de madeira em Battery Point e uma doca onde ainda atracam barcos de pesca. Rio acima, um colecionador escavou na rocha um museu sobre sexo e morte, e foi o MONA que transformou a cidade em destino de arte. Fora dela está a outra metade da ilha: o presídio de Port Arthur, que conta a história penal sem amenizar, a Bruny Island com seus pinguins e queijos, a curva branca da Wineglass Bay e lagos glaciais em montanhas onde pode nevar em pleno verão. A viagem se organiza em torno de estrada, tempo e passe de parque.
Ficha rápida
- População
- Cerca de 580,7 mil habitantes no estado da Tasmânia (estimativa do Australian Bureau of Statistics para 31 de março de 2026); 254.930 na Grande Hobart (estimativa do ABS para 2024).
- Fundação
- Hobart foi fundada em 20 de fevereiro de 1804 em Sullivans Cove, por David Collins, depois de um primeiro acampamento militar em Risdon Cove em 1803. A terra é dos muwinina, que a chamavam de nipaluna.
- País e região
- Austrália, estado da Tasmânia, ilha a cerca de 240 km ao sul do continente, do outro lado do Estreito de Bass.
- Idioma
- Inglês. Vários lugares têm nome duplo em palawa kani, a língua da comunidade aborígene tasmaniana: kunanyi/Mount Wellington, nipaluna/Hobart.
- Moeda
- Dólar australiano (AUD, A$).
- Fuso horário
- Australia/Hobart: UTC+10 no horário padrão (AEST) e UTC+11 no horário de verão (AEDT).
- Melhor época
- Dezembro a março; junho tem o Dark Mofo e o frio do inverno, e setembro a novembro é a baixa temporada.
- Custo médio por dia
- Econômico cerca de 107 AUD; médio cerca de 238 AUD; confortável cerca de 493 AUD por pessoa e por dia, segundo o gasto que viajantes relatam ao Budget Your Trip (consulta de outubro de 2026). Valores indicativos, sem passagem de chegada ao destino. Média de Hobart.
Quando ir
Dezembro a março; junho tem o Dark Mofo e o frio do inverno, e setembro a novembro é a baixa temporada.
janeiro
13° a 23°C
44 mm de chuva
Melhor época14h58 de luz
Feriados nacionais
1 – 3 de jan. de 2027 · feriado prolongado · New Year's Day
23 – 26 de jan. de 2027 · feriado prolongado · Australia Day
1 – 3 de jan. de 2028 · feriado prolongado · New Year's Day
26 de jan. de 2028 · Australia Day
Fonte: Nager.Date. Datas de feriado mudam; confira perto da viagem.
março
12° a 21°C
37 mm de chuva
Melhor época12h24 de luz
Feriados nacionais
26 – 29 de mar. de 2027 · feriado prolongado · Good Friday, Easter Monday
Fonte: Nager.Date. Datas de feriado mudam; confira perto da viagem.
abril
9° a 18°C
43 mm de chuva
10h55 de luz
Feriados nacionais
14 – 17 de abr. de 2028 · feriado prolongado · Good Friday, Easter Monday
Fonte: Nager.Date. Datas de feriado mudam; confira perto da viagem.
maio
8° a 16°C
39 mm de chuva
9h41 de luz
junho
6° a 13°C
46 mm de chuva
9h02 de luz
julho
5° a 13°C
45 mm de chuva
9h19 de luz
agosto
6° a 14°C
63 mm de chuva
10h23 de luz
setembro
7° a 16°C
56 mm de chuva
11h48 de luz
outubro
8° a 18°C
53 mm de chuva
13h14 de luz
novembro
10° a 19°C
49 mm de chuva
14h36 de luz
dezembro
12° a 21°C
54 mm de chuva
Melhor época15h19 de luz
Feriados nacionais
25 – 28 de dez. de 2026 · feriado prolongado · Christmas Day, Boxing Day
25 – 28 de dez. de 2027 · feriado prolongado · Christmas Day, Boxing Day
Fonte: Nager.Date. Datas de feriado mudam; confira perto da viagem.
Alta, média e baixa temporada
Alta · Dezembro a fevereiro
Verão: dias longos e máximas médias de 21 °C a 23 °C em Hobart, trilhas abertas e a cidade cheia com a regata Sydney a Hobart e o Taste of Summer na virada do ano. Eu reservaria cedo a hospedagem em Hobart, Coles Bay e Cradle Mountain.
Média · Março a maio
Outono: março ainda tem máximas médias perto de 21 °C e menos movimento que o verão; em maio as máximas caem para cerca de 15 °C e os dias encurtam.
Alta · Junho a agosto
Inverno: máximas perto de 13 °C, neve frequente no kunanyi e estrada do topo sujeita a fechamento. A demanda sobe em junho por causa do Dark Mofo, e as trilhas de montanha pedem equipamento de frio.
Baixa · Setembro a novembro
Primavera: baixa temporada segundo a Tourism Australia, com máximas médias de 15,7 °C em setembro a 19,1 °C em novembro em Hobart, e mais facilidade para reservar.
O que muda ao longo do ano

O verão austral, de dezembro a fevereiro, é a alta temporada: dias longos, com 15,3 horas de luz no solstício, máximas médias de 21 °C a 23 °C em Hobart, trilhas abertas e a cidade cheia com a regata Sydney a Hobart e o Taste of Summer na virada do ano. Março mantém máximas médias perto de 21 °C fora das duas altas temporadas citadas pela Tourism Australia, e eu o escolheria para caminhar na Freycinet e em Cradle Mountain. O outono, até maio, esfria rápido. O inverno, de junho a agosto, também é alta temporada por causa do Dark Mofo: as máximas ficam perto de 13 °C, o kunanyi costuma ter neve e a estrada do topo pode fechar com gelo, e as trilhas de montanha pedem equipamento de frio. A primavera, de setembro a novembro, é a baixa temporada, com máximas médias de 15,7 °C em setembro a 19,1 °C em novembro. Em qualquer época, o topo do kunanyi e Cradle Mountain podem ter neve.
Os mesmos números em tabela
| Mês | Temperatura °C | Chuva mm |
|---|---|---|
| janeiro · | 13 a 23 | 44 |
| fevereiro · | 13 a 22 | 38 |
| março · | 12 a 21 | 37 |
| abril | 9 a 18 | 43 |
| maio | 8 a 16 | 39 |
| junho | 6 a 13 | 46 |
| julho | 5 a 13 | 45 |
| agosto | 6 a 14 | 63 |
| setembro | 7 a 16 | 56 |
| outubro | 8 a 18 | 53 |
| novembro | 10 a 19 | 49 |
| dezembro · | 12 a 21 | 54 |
Dicas do Nilo
Holiday Pass a partir de três dias de parque
O passe diário custa A$ 49,15 por veículo e vale 24 horas; o Holiday Pass, A$ 98,35 por veículo, vale dois meses em todos os parques. Dois diários custam praticamente o mesmo que o Holiday Pass, e a partir de três dias de parque eu compraria o de dois meses. Conte também o South Bruny National Park e o Tasman National Park. Para Cradle Mountain, some o ônibus do parque, cobrado à parte de quem tem esse passe.
A semana em volta do MONA
O museu fecha às terças e quartas. Eu deixaria esses dias para Port Arthur ou Bruny Island e reservaria a entrada do MONA com horário marcado para uma manhã de quinta a segunda.
Balsa de Bruny cedo
A balsa de Kettering não marca horário: o bilhete comprado vale para a próxima saída. Eu pegaria uma das primeiras da manhã, para ter o dia inteiro na ilha e voltar antes de escurecer.
Suba o kunanyi no dia mais limpo
Eu deixaria a subida para o dia mais limpo da estadia e conferiria se a estrada do topo está aberta. Com nuvem baixa, o mirante não mostra nada.
Explorar o mapa
Explore o mapa, consulte os outros lugares e monte os dias da sua viagem no app.
Abrir o appO que ver
Deixe por último, se sobrar tempo: Constitution Dock · Royal Tasmanian Botanical Gardens · Cascade Brewery

Port Arthur Historic Site
O antigo presídio da península de Tasman, a 90 minutos de carro de Hobart, recebeu de 1833 a 1877 os condenados reincidentes da colônia. As construções de arenito feitas pelos presos se espalham por um parque à beira da baía: as ruínas da penitenciária, a Separate Prison em forma de cruz, onde os presos ficavam encapuzados e em silêncio, a torre de guarda, a igreja e o asilo. Do outro lado da água ficam Point Puer, a prisão de meninos, e o cemitério da Isle of the Dead. A entrada geral permite circular no próprio ritmo e dá direito às palestras gratuitas dos guias, que mudam de horário a cada dia; visitas guiadas, o barco à Isle of the Dead e o passeio noturno com lanterna são pagos à parte. O Memorial Garden lembra as 35 vítimas do massacre de 1996. Aberto todos os dias das 9h às 17h, exceto no Natal; o sítio faz parte do Patrimônio Mundial desde 2010.
É o sítio penal que melhor explica a história da colônia e justifica um dia inteiro fora de Hobart; a entrada geral com as palestras gratuitas já basta.
Consultar acesso

Museum of Old and New Art
O MONA, museu particular do colecionador David Walsh, fica escavado no penhasco da península de Berriedale, rio acima: entra-se por um pavilhão térreo e desce-se uma escada em espiral até três andares sem janelas, onde antiguidades convivem com arte contemporânea centrada em sexo e morte. A ida de balsa, em cerca de 30 minutos a partir do cais de Brooke Street, faz parte da visita. Abre de quinta a segunda, das 10h às 17h, com entrada por horário marcado; tasmanianos não pagam, mas precisam de ingresso, e menores de 12 anos não pagam. O museu não aceita dinheiro, e algumas obras não são indicadas para crianças.
Foi o museu que pôs Hobart no mapa da arte, e a ida de balsa pelo Derwent faz parte da visita; só abre de quinta a segunda.
Consultar acesso

kunanyi / Mount Wellington
A montanha de 1.271 m que domina Hobart tem uma estrada asfaltada de cerca de 22 km até o topo, aberta em 1937, e um mirante fechado com vista para a cidade, o estuário do Derwent e, em dia claro, as montanhas do oeste. Da parada The Springs, a 720 m, saem caminhadas como a das Organ Pipes, a parede de colunas de dolerito que se vê da cidade, que começa pela Pinnacle Track. A entrada no Wellington Park é gratuita, mas o tempo muda rápido: pode nevar em qualquer época, a estrada fecha com gelo, e o parque fecha em dias de perigo extremo de incêndio. Sem carro, sobe-se com o ônibus Explorer, que sai em frente ao Tasmanian Travel and Information Centre às 9h30, 11h, 12h30 e 14h, e também às 15h30 de outubro a abril; o passeio dura 2,5 horas, com 30 minutos no topo.
Explica a geografia de Hobart de uma vez, do estuário às montanhas do oeste, e é de graça; depende de céu limpo e da estrada aberta.
Consultar acesso
Pinnacle Road fechada aos veículos até o topo para manutenção anual; trilhas abertas: 16 – 19 de novembro de 2026 (conferido em out. de 2026) fonte

Salamanca Market
A feira de sábado ocupa a Salamanca Place das 8h30 às 15h, com mais de 350 bancas de artesanato em madeira tasmaniana, vidro, cerâmica, roupas, queijos, pães, vinhos, destilados e comida quente. Depois de um teste com seis bancas em novembro de 1971, a abertura oficial foi em janeiro de 1972, com doze. É administrada pela prefeitura e recebe entre 25 mil e 40 mil pessoas por sábado, o que faz dela a atração mais visitada da ilha.
É a atração mais visitada da ilha e a vitrine dos produtores tasmanianos, mas só acontece aos sábados.
Consultar acesso

Wineglass Bay
A baía em arco de areia branca, do lado oceânico da península de Freycinet, é a imagem mais conhecida da costa leste. O mirante fica a 2,6 km ida e volta do estacionamento das trilhas, de 1 a 1,5 hora, por um caminho em subida entre os granitos rosados das Hazards; descer até a praia é outra trilha, de 6 km e 2,5 a 3,5 horas ida e volta. O parque fica a duas horas e meia ou três de carro de Hobart e exige passe de parque.
A baía mais conhecida da Tasmânia justifica a viagem à costa leste; o mirante é curto, a estrada é que é longa.
Consultar acesso

Salamanca Place
Nos outros dias da semana, os armazéns georgianos de arenito voltam a ser o que a feira esconde: uma fileira de galerias, cafés, bares e o Salamanca Arts Centre de frente para o porto. A pedra veio do penhasco de Battery Point, e os Kelly's Steps, abertos na rocha em 1839, ligam a rua ao bairro de cima.
Os armazéns georgianos de arenito valem a caminhada em qualquer dia, com ou sem feira.
Consultar acesso

Battery Point
O bairro mais antigo de Hobart preserva chalés de madeira com cerca de estacas, sobrados em terraço e a pequena praça circular Arthur Circus, cujas casas foram construídas para oficiais da guarnição. Vale subir pelos Kelly's Steps, passar pela igreja de St George, de 1838, e descer até o Princes Park, onde ficava a bateria de canhões que deu nome ao lugar.
É o bairro colonial mais bem preservado da cidade, logo acima da Salamanca pelos Kelly's Steps.
Consultar acesso

Bruny Island
A ilha ao sul de Hobart tem duas metades unidas por um istmo estreito de areia, The Neck, e abriga colônias de pardelas e de pinguins-pequenos. No sul ficam Adventure Bay, onde ancoraram Furneaux e Cook, e o South Bruny National Park, com penhascos de dolerito acima de 200 m e o farol de Cape Bruny, aceso em 1838, que tem visitas guiadas; o parque exige passe, como todo parque nacional da Tasmânia. Produtores de queijo, ostras e vinho abrem as portas ao longo da estrada. Chega-se pela balsa de Kettering, que cruza em 20 minutos.
Junta natureza, farol, produtores de queijo e ostras num dia de balsa a partir de Kettering.
Consultar acesso

Cascades Female Factory Historic Site
De 1828 a 1856, esta casa de trabalho em South Hobart prendeu mulheres condenadas num terreno úmido e superlotado, com muita doença e morte. Restam três dos cinco pátios originais, e o centro de interpretação reaberto em 2022 conta a história das mulheres que passaram por ali. É o único sítio do tipo com restos que permitem entender como funcionavam essas prisões. Abre todos os dias das 9h30 às 16h30, exceto no Natal; a visita é feita com ingresso pago e passeio guiado (o Convict Women's Tour sai diariamente a partir das 10h), e convém reservar.
Conta a história das mulheres condenadas, que Port Arthur não cobre, sem sair da cidade.
Consultar acesso
Mais lugares do guia
Tasmanian Museum and Art Gallery
O museu estadual, fundado pela Royal Society of Tasmania nos anos 1840, ocupa um conjunto de prédios à beira do porto que inclui o Commissariat Store, de 1810. É o lugar para entender a história aborígene e colonial e a natureza da ilha antes de sair para os parques. Dias e horários de abertura estão no site do museu.
Dá o contexto aborígene e colonial da ilha antes dos parques e presídios, ao lado do porto.
Richmond Bridge
Construída por condenados entre 1823 e 1825 com arenito tirado à mão, é a ponte de arcos de pedra mais antiga da Austrália. Fica na vila georgiana de Richmond, a 25 km ao norte de Hobart, na rota do vale do Coal River.
A ponte de pedra mais antiga da Austrália fica a 25 km de Hobart e combina com o vale do Coal River.
Bonorong Wildlife Sanctuary
Santuário de resgate e reabilitação de fauna em Brighton, ao norte de Hobart, onde cerca de 200 animais de 25 espécies, como diabos-da-tasmânia, vombates e cangurus, vivem em recintos. Serve para ver de perto o diabo-da-tasmânia, espécie declarada ameaçada em 2008 depois que uma doença de tumor facial reduziu muito a população selvagem. Um ônibus particular sai do centro de Hobart duas vezes por dia.
É o jeito mais simples de ver diabos-da-tasmânia e vombates de perto sem sair da região de Hobart.
Russell Falls
A cachoeira em degraus do Mount Field National Park, a 64 km a noroeste de Hobart, fica a uma caminhada de 20 minutos ida e volta por asfalto e passarelas, entre fetos arborescentes. A área é protegida desde 1885, a primeira reserva natural da Tasmânia.
A cachoeira mais acessível da ilha fica a uma caminhada de 20 minutos ida e volta, num bate-volta de Hobart.
Cradle Mountain
A montanha de 1.545 m e o lago glacial Dove Lake, no noroeste da ilha, formam a paisagem alpina mais conhecida da Tasmânia. O circuito do Dove Lake tem 6 km e leva de 2 a 3 horas; vombates aparecem com frequência nos campos. Fica a cerca de quatro horas e meia de carro de Hobart, por isso entra como extensão da viagem.
É a paisagem alpina mais conhecida da Tasmânia, mas fica a mais de quatro horas de Hobart e pede pernoite.
Constitution Dock
A doca murada no coração de Sullivans Cove abriga barcos de pesca que abastecem o comércio de peixe e os restaurantes à beira d'água. Entre o Natal e o Ano-Novo, é o ponto de chegada e de festa da regata Sydney a Hobart.
É passagem natural entre o porto e a Salamanca; vira programa só na chegada da regata, entre o Natal e o Ano-Novo.
Royal Tasmanian Botanical Gardens
Jardim de cerca de 14 hectares no Queens Domain, criado em 1818, com árvores do século XIX, coleções de plantas da Tasmânia e a Subantarctic Plant House, uma estufa fria com plantas da Ilha Macquarie.
Jardim antigo e agradável, com a estufa subantártica como curiosidade; entra se sobrar uma tarde.
Cascade Brewery
A cervejaria em funcionamento contínuo mais antiga da Austrália ocupa um prédio de pedra ao pé do kunanyi, em South Hobart, construído com trabalho de condenados. Oferece visitas guiadas e uma loja.
Interessa a quem gosta de cerveja e da história industrial da cidade; a visita guiada pode ficar para um dia de chuva.
O roteiro do Nilo
Comece pelo programa básico e escolha as extensões conforme o tempo disponível.
Organizar meus dias no app ↗Dia 1 · Sullivans Cove, Salamanca Place, Battery Point e a Female Factory
Comece pela beira d'água de Sullivans Cove: Constitution Dock, o Princes Wharf e os armazéns de arenito da Salamanca Place. Se for sábado, a manhã é da Salamanca Market, das 8h30 às 15h.
Suba os Kelly's Steps até Battery Point e circule pelas ruas de chalés até a Arthur Circus e a igreja de St George; desça pelo Princes Park.
Almoce peixe nos restaurantes em volta da Constitution Dock.
No começo da tarde, siga de táxi, carro ou ônibus para a Cascades Female Factory, em South Hobart, e chegue a tempo de um passeio guiado: o sítio fecha às 16h30.
De volta ao porto, se sobrar tempo, o Tasmanian Museum and Art Gallery fica ao lado de Constitution Dock; confira no site do museu se ele abre naquele dia.
Jante na Salamanca Place ou em North Hobart, na Elizabeth Street.
Dia 2 · MONA de balsa e o topo do kunanyi
Escolha um dia de quinta a segunda e reserve o horário de entrada do MONA, que abre às 10h. Pegue a primeira balsa da manhã no cais de Brooke Street; a travessia leva cerca de 30 minutos.
Fique cerca de duas horas e meia no museu e volte numa balsa do começo da tarde, a tempo de almoçar no centro.
Às 14h, pegue o ônibus Explorer para o topo do kunanyi/Mount Wellington, em frente ao Tasmanian Travel and Information Centre; de maio a setembro é a última saída do dia, e de outubro a abril há outra às 15h30. Leve casaco mesmo no verão.
Com carro, a alternativa é passar a manhã inteira no MONA e subir de carro no fim da tarde, se a estrada estiver aberta.
Dia 3 · Port Arthur e a península de Tasman
Saia cedo de Hobart de carro para Port Arthur, a 90 minutos; o sítio abre às 9h.
Faça a entrada geral com uma das palestras gratuitas dos guias, ou pague uma visita guiada; a Separate Prison, a penitenciária e a igreja pedem pelo menos meio dia.
Passe pelo Memorial Garden antes de sair.
Na volta, depois de Eaglehawk Neck, pegue a Blowhole Road (C338), estrada de terra com estacionamento limitado, até Tasmans Arch, Devils Kitchen e o Blowhole, formações esculpidas pelo mar a poucos passos do carro, dentro do Tasman National Park (exige passe de parque). Os penhascos mais altos do parque se veem de barco ou pelas trilhas de Cape Hauy e Cape Raoul, que pedem outro dia.
Volte a Hobart antes de escurecer, para evitar a fauna na estrada.
Se ficar mais
Dia 4 · Bruny Island
Bate-volta
Kettering fica a cerca de 40 minutos de carro ao sul de Hobart, e a balsa cruza para a ilha em 20 minutos, com saídas a cada 20 minutos das 6h10 às 19h (ida e volta a partir de A$ 58,60 por veículo). Um dia dá para The Neck, Adventure Bay e o farol de Cape Bruny, no extremo sul, com paradas em produtores de queijo e ostras. O South Bruny National Park, onde fica o farol, exige passe de parque. A ilha tem cerca de 50 km de comprimento: saia cedo.
Dia 5 · Freycinet National Park e Wineglass Bay
Bate-volta
A duas horas e meia ou três de carro de Hobart, pela costa leste e por Coles Bay. O mirante da Wineglass Bay leva de 1 a 1,5 hora ida e volta; a descida à praia, de 2,5 a 3,5 horas. Com cinco a seis horas de estrada no total, funciona melhor com pernoite em Coles Bay, ou como parada no caminho para Launceston e o norte.
Comida
Scallop pie
A torta de massa com vieiras num molho de curry suave é a comida de padaria que se associa à Tasmânia. A vieira local tem temporada de pesca, e há padarias que só vendem a torta quando há vieira da ilha.
Ostras e frutos do mar
Bruny Island tem fazenda de ostras aberta ao público, e o abalone está entre os produtos que a agência de turismo do estado associa à ilha. Em Hobart, os barcos de pesca da Constitution Dock abastecem o comércio de peixe e os restaurantes em volta da doca.
Mel de leatherwood
Mel monofloral da árvore leatherwood, endêmica das florestas úmidas do oeste, colhido entre janeiro e março por apicultores que acampam na mata. Está na Arca do Gosto do Slow Food e aparece nas bancas da Salamanca Market.
Whisky tasmaniano
Bill Lark abriu em 1992 a primeira destilaria de whisky da ilha desde a década de 1830, depois de conseguir mudar a lei federal que bloqueava pequenos alambiques. Em 2020 eram mais de 22 destilarias de whisky na Tasmânia, a maior concentração da Austrália.
Vinho de clima frio
Pinot noir, chardonnay e espumantes vêm de vales como o Coal River, ao norte de Hobart, o Derwent e o Tamar, perto de Launceston. O frio faz da ilha uma fornecedora de base para espumantes de produtores do continente.
Onde comer
- Constitution Dock e Sullivans Cove
Peixe e frutos do mar à beira d'água, nos restaurantes que os barcos de pesca da doca abastecem. Serve para um almoço entre o porto e a Salamanca.
- Salamanca Place
Aos sábados, as bancas de comida quente, queijos, mel de leatherwood, pães e destilados da feira; nos outros dias, cafés e bares nos armazéns de arenito, bons para provar vinhos e whiskies da ilha.
- North Hobart (Elizabeth Street)
Uma das principais ruas de restaurantes, bares e vida noturna de Hobart, com cozinhas variadas. É onde a cidade janta fora do circuito turístico do porto.
- Padarias de Hobart, Richmond e da península de Tasman
A scallop pie, torta de vieira com curry, é comida de balcão de padaria; vale procurar as que avisam usar vieira da ilha, que às vezes falta fora da temporada.
- Bruny Island
Queijos de produtores locais, ostras abertas na hora e vinho, comprados direto nas portas de fazenda ao longo da estrada. Funciona como almoço do dia na ilha.
· 2026-10-19
Bate-voltas
Bruny Island
Kettering fica a cerca de 40 minutos de carro ao sul de Hobart, e a balsa cruza para a ilha em 20 minutos, com saídas a cada 20 minutos das 6h10 às 19h (ida e volta a partir de A$ 58,60 por veículo). Um dia dá para The Neck, Adventure Bay e o farol de Cape Bruny, no extremo sul, com paradas em produtores de queijo e ostras. O South Bruny National Park, onde fica o farol, exige passe de parque. A ilha tem cerca de 50 km de comprimento: saia cedo.
Freycinet National Park e Wineglass Bay
A duas horas e meia ou três de carro de Hobart, pela costa leste e por Coles Bay. O mirante da Wineglass Bay leva de 1 a 1,5 hora ida e volta; a descida à praia, de 2,5 a 3,5 horas. Com cinco a seis horas de estrada no total, funciona melhor com pernoite em Coles Bay, ou como parada no caminho para Launceston e o norte.
Maria Island
A ilha, um parque nacional sem carros, lojas nem cafés, se alcança pela balsa de passageiros de Triabunna, na costa leste junto à Tasman Highway (A3), a mesma estrada da Freycinet; a travessia leva cerca de 45 minutos e a reserva é obrigatória. Lá se anda a pé ou de bicicleta entre o povoado histórico de Darlington, praias e os Painted Cliffs, de arenito, que só se visitam com segurança até duas horas antes ou depois da maré baixa; vombates, cangurus e diabos são comuns. Leve comida, água e roupa de frio para o dia todo, e o passe de parque.
Richmond e o vale do Coal River
Richmond fica a 25 km ao norte de Hobart: a vila georgiana tem a ponte de pedra mais antiga da Austrália, de 1823 a 1825, e o vale em volta concentra vinícolas de clima frio. Cabe numa manhã ou tarde, combinada com o Bonorong Wildlife Sanctuary, em Brighton.
Mount Field National Park
A 64 km a noroeste de Hobart, pelo vale do Derwent. A Russell Falls está a 20 minutos de caminhada ida e volta, e o circuito que passa pelas cachoeiras Horseshoe e Lady Barron leva cerca de duas horas. Exige passe de parque.
Cradle Mountain
Extensão, não bate-volta: fica a cerca de 4,5 horas e 375 km de Hobart, e a 1,5 hora de Devonport, onde chega a balsa do continente. Pede pelo menos dois dias com pernoite perto do parque, para o circuito do Dove Lake (6 km, 2 a 3 horas) e outras trilhas. O carro fica no centro de visitantes enquanto o ônibus do parque funciona.
Por onde começar
Sullivans Cove, Salamanca Place, Battery Point e a Female Factory

Comece pela beira d'água de Sullivans Cove: Constitution Dock, o Princes Wharf e os armazéns de arenito da Salamanca Place. Se for sábado, a manhã é da Salamanca Market, das 8h30 às 15h.
MONA de balsa e o topo do kunanyi

Escolha um dia de quinta a segunda e reserve o horário de entrada do MONA, que abre às 10h. Pegue a primeira balsa da manhã no cais de Brooke Street; a travessia leva cerca de 30 minutos.
Port Arthur e a península de Tasman

Saia cedo de Hobart de carro para Port Arthur, a 90 minutos; o sítio abre às 9h.
Dinheiro
A moeda é o dólar australiano. O MONA e o banquete do Dark Mofo não aceitam dinheiro, e o SkyBus só vende com cartão de crédito. Alguns preços publicados nos sites oficiais em 19 de outubro de 2026: a entrada geral de Port Arthur custa A$ 55 por adulto (A$ 27,50 para crianças), e as visitas guiadas partem de A$ 65; o passe diário de parques nacionais custa A$ 49,15 por veículo com até oito pessoas, ou A$ 24,55 por pessoa a pé, de bicicleta ou de ônibus; o Holiday Pass, válido até dois meses em todos os parques, custa A$ 98,35 por veículo ou A$ 49,20 por pessoa. Cradle Mountain tem passe diário próprio, de A$ 30,70 por adulto com o ônibus do parque incluído; quem tem o Holiday Pass paga o ônibus à parte, A$ 15,50 por adulto para 72 horas. A balsa de Bruny custa a partir de A$ 58,60 por veículo, ida e volta. O MONA cobra entrada de visitantes a partir de 12 anos que não moram na Tasmânia, com taxa de reserva on-line; os valores estão na página de visita do museu. Os preços dos parques são reajustados todo ano pela inflação.
Como chegar e se locomover

O aeroporto internacional de Hobart (HBA) fica em Cambridge, a cerca de 17 km a nordeste do centro, e é o principal aeroporto da Tasmânia. O SkyBus liga o terminal ao centro a cada 30 minutos; a compra da passagem aceita só cartão de crédito, pelo site, pelo aplicativo, nos totens ou com o motorista. A outra porta de entrada é a balsa Spirit of Tasmania, que cruza o Estreito de Bass entre Geelong, perto de Melbourne, e Devonport, no norte da ilha, em 9 a 11 horas, normalmente à noite e com lugar para o carro.
Em Hobart, o centro, Sullivans Cove, Salamanca e Battery Point se fazem a pé, com ladeiras. A rede de ônibus da Metro Tasmania serve os bairros, Berriedale e Glenorchy; a tarifa foi suspensa por um programa do governo estadual com prazo definido, por isso confira no site da Metro se ainda vale quando for viajar. Para o MONA, a balsa do museu sai do cais de Brooke Street e leva cerca de 30 minutos; os ônibus 510, 520, 522 e X20 também param perto. Para o topo do kunanyi, há o ônibus Explorer, em passeio de 2,5 horas com 30 minutos no cume.
Fora de Hobart, carro alugado é o meio prático: Port Arthur fica a 90 minutos, a Freycinet a 2,5 ou 3 horas e Cradle Mountain a cerca de 4,5 horas. Na Austrália dirige-se pela esquerda. Todo parque nacional exige passe, vendido on-line e nos centros de visitantes; em Cradle Mountain, o carro particular não entra até o Dove Lake enquanto o ônibus do parque funciona, e o ônibus é cobrado à parte. Sem carro, a alternativa é excursão de um dia saindo de Hobart.
A Bruny Island se alcança pela balsa de Kettering, a cerca de 40 minutos ao sul de Hobart: a travessia dura 20 minutos e há saídas a cada 20 minutos das 6h10 às 19h. A passagem pode ser comprada na hora, no terminal, e vale para a próxima balsa disponível.
Segurança
Os riscos que mais mudam uma viagem à Tasmânia estão na natureza e na estrada. No kunanyi e em Cradle Mountain, o tempo vira em minutos: leve casaco impermeável e camadas, confira a previsão e volte se a visibilidade cair, como recomenda o próprio parque. A estrada do kunanyi fecha com gelo ou neve, e o Wellington Park fecha inteiro nos dias de perigo extremo ou catastrófico de incêndio. A subida ao cume de Cradle Mountain é longa, exposta e escorregadia no inverno. Fora das cidades, evite dirigir à noite, quando a fauna fica ativa e atravessa as estradas, e lembre que se dirige pela esquerda.
Antes de ir
- Tomada
- tipo I
- Voltagem
- 230 V
- Mão de direção
- pela esquerda
- Emergência
- Geral 000
- Código do país
- +61
- Idioma oficial
- inglês
- Moeda
- Dólar australiano (AUD)
Fonte: Wikidata (CC0), conferido em setembro de 2026.
Dicas de etiqueta
Nomes duplos
Placas e mapas usam os nomes em palawa kani ao lado dos ingleses, como kunanyi/Mount Wellington. Usar os dois nomes é a forma corrente, inclusive nas agências oficiais de turismo.
O Memorial Garden de Port Arthur
O jardim do sítio histórico lembra as 35 pessoas mortas em 1996. É lugar de recolhimento, e a tragédia ainda é recente para muitas famílias da ilha; não é assunto para tratar como curiosidade.
Arte com aviso
O MONA expõe obras sobre sexo e morte, algumas explícitas. O aplicativo gratuito do museu, The O, traz avisos de conteúdo e o mapa das salas, e serve para decidir o que ver com crianças.
Erros a evitar

Tentar a costa leste e a Wineglass Bay num bate-volta curto: são duas horas e meia a três de carro em cada sentido, antes da trilha.
Ir ao MONA numa terça ou quarta-feira, quando o museu fecha.
Contar com o passe diário de parques para Cradle Mountain: ele não vale lá, que tem passe próprio com o ônibus incluído.
Subir o kunanyi de camiseta porque a manhã em Hobart amanheceu quente: o topo é mais frio, venta e pode nevar em qualquer mês.
Dirigir à noite nas estradas dos parques e do interior, quando a fauna atravessa a pista.
Programar a Salamanca Market para um dia de semana: ela só acontece aos sábados.
Frases úteis
G'day
Olá, bom dia: o cumprimento informal australiano.
Tassie
Tasmânia, no apelido que os próprios moradores usam.
Arvo
Tarde, como em «this arvo», hoje à tarde.
Cheers
Obrigado, e também saúde no brinde.
nipaluna
Hobart, em palawa kani.
kunanyi
A montanha de Hobart, o Mount Wellington, em palawa kani.
lutruwita
A Tasmânia, em palawa kani.
Onde ficar
- Sullivans Cove e o centro de Hobart · Quem viaja sem carro, chega pelo SkyBus e quer ir a pé para a balsa do MONA, a Salamanca e os ônibus do kunanyi.: Concentra hotéis de todas as categorias perto do porto e das saídas de ônibus e passeios. A desvantagem é o estacionamento limitado no centro para quem aluga carro.
- Battery Point e Salamanca · Quem quer ficar em casa ou pousada histórica, perto dos restaurantes da Salamanca e da feira de sábado.: As ruas são residenciais e silenciosas, a poucos minutos a pé do porto. A desvantagem são as ladeiras e escadas íngremes entre o bairro e o porto.
- North Hobart · Quem prioriza restaurantes e bares e não se importa de andar ou pegar ônibus até o porto.: Fica na Elizabeth Street, a rua de jantar fora do centro. O porto e a balsa do MONA ficam a uma caminhada maior, ou a um trecho de ônibus.
- Coles Bay (Freycinet) · Quem vai à Wineglass Bay e não quer fazer a costa leste num dia só.: É a vila na entrada do parque, de onde as trilhas começam cedo, antes do movimento. No verão, eu reservaria com bastante antecedência.
- Cradle Mountain · Quem estende a viagem ao noroeste para fazer o Dove Lake e as trilhas alpinas.: Os alojamentos ficam junto ao centro de visitantes, de onde sai o ônibus do parque. Fora dali não há cidade: a localidade tinha 66 moradores no censo de 2016.
· 2026-10-19
Bairros

Sullivans Cove
O porto original de Hobart, entre Constitution Dock, o cais de Brooke Street, de onde sai a balsa para o MONA, e o Princes Wharf. Concentra hotéis, o centro de informações turísticas e os pontos de saída de ônibus para o aeroporto e o kunanyi.

Salamanca Place
A fileira de armazéns georgianos de arenito virados para o porto, hoje com galerias, cafés, bares e o centro de artes. Aos sábados, a rua inteira é ocupada pela Salamanca Market.

Battery Point
O promontório residencial ao sul da Salamanca, com chalés de madeira, sobrados em terraço, a praça Arthur Circus e a igreja de St George. Tem nome de bateria de canhões instalada em 1818 e chega-se a ele a pé pelos Kelly's Steps, de 1839.
North Hobart
O trecho da Elizabeth Street ao norte do centro concentra restaurantes, bares e casas de música, e é onde a cidade sai para jantar fora do circuito do porto.

South Hobart
O vale do Hobart Rivulet, ao pé da montanha, com a Cascade Brewery e a Cascades Female Factory. É mais residencial e serve de caminho para o kunanyi.
Sandy Bay
O bairro ao longo da margem, ao sul de Battery Point, com a universidade, hotéis e casas com vista para o Derwent.
Berriedale
Subúrbio rio acima, no município de Glenorchy, onde o MONA ocupa a península da vinícola Moorilla. A maioria dos visitantes chega de balsa.
História
Antes de 1642 · Terra palawa
Os aborígenes tasmanianos, que hoje se chamam palawa ou pakana, viviam na ilha havia dezenas de milhares de anos. Os muwinina ocupavam a região de Hobart; os nuenonne, a Bruny Island.
1642 · Abel Tasman avista a ilha
Em 24 de novembro, o navegador holandês fez o primeiro registro europeu da ilha, que os europeus chamariam de Terra de Van Diemen até 1856.
1804 · Hobart Town em Sullivans Cove
Depois de um acampamento em Risdon Cove em 1803, David Collins transferiu o assentamento britânico para Sullivans Cove em 1804. A colônia nasceu penal e logo virou porto baleeiro do Oceano Austral.
1825–1831 · Guerra Negra
O auge do conflito entre colonos e aborígenes deixou cerca de 1.100 mortos e lei marcial por mais de três anos. Em 1830, a população aborígene tinha caído para cerca de 300 pessoas, e a maioria dos sobreviventes foi levada à Ilha Flinders.
1830–1877 · Port Arthur
O campo de corte de madeira de 1830 virou o destino dos condenados reincidentes de 1833 a 1877, com a Separate Prison concluída em 1853 para punir pelo silêncio e pelo isolamento.
1853–1856 · Fim do degredo e novo nome
O envio de condenados terminou em 1853, depois de cerca de 75 mil a 80 mil pessoas transportadas, conforme a contagem. Em 1º de janeiro de 1856, a colônia passou a se chamar Tasmânia.
1876 · Morte de Truganini
A mulher nuenonne nascida por volta de 1812 morreu em Hobart, e o governo colonial declarou extinta a população aborígene. A afirmação foi rejeitada por historiadores e pela comunidade palawa atual.
1996 · O massacre de Port Arthur
Em 28 de abril, um atirador matou 35 pessoas no sítio histórico. A tragédia levou a Austrália a restringir armas semiautomáticas em todo o país.
2010 · Patrimônio Mundial
Port Arthur e a Cascades Female Factory entraram na lista da UNESCO como parte dos Australian Convict Sites, um conjunto de onze sítios penais.
2011 · O MONA abre
Em 21 de janeiro, o colecionador David Walsh inaugurou o Museum of Old and New Art em Berriedale, um museu particular escavado na rocha à beira do Derwent.
História completa
Muito antes de qualquer navio europeu, a ilha era território dos povos aborígenes tasmanianos, divididos em grupos com terras próprias: os muwinina no estuário onde hoje está Hobart, os nuenonne na Bruny Island e no canal D'Entrecasteaux. O holandês Abel Tasman fez o primeiro registro europeu da ilha em 1642, e o nome de Terra de Van Diemen ficou até 1856. Franceses e britânicos passaram pelo sul no fim do século XVIII, e Adventure Bay, em Bruny, recebeu Tobias Furneaux em 1773 e James Cook em 1777.
A ocupação britânica começou como prisão. Em 1803, um acampamento militar se instalou em Risdon Cove; em 1804, David Collins levou o assentamento para Sullivans Cove, onde a cidade cresceu. O Derwent virou um dos grandes portos baleeiros e de caça de focas do Oceano Austral, e os armazéns de arenito da Salamanca Place, feitos com pedra tirada do penhasco de Battery Point, guardavam o que entrava e saía. A expansão das fazendas sobre as terras aborígenes levou à Guerra Negra, cujo auge, entre 1825 e 1831, terminou com a remoção da maioria dos sobreviventes para a Ilha Flinders.
Durante meio século, a ilha recebeu dezenas de milhares de condenados. Port Arthur, na península de Tasman, era o destino dos reincidentes, e a Cascades Female Factory, em South Hobart, prendia mulheres. O degredo acabou em 1853, e em 1856 a colônia passou a se chamar Tasmânia. Hobart Town virou cidade em 1842 e passou a se chamar apenas Hobart em 1881. A morte de Truganini, em 1876, foi usada pelo governo colonial para declarar extinto o povo aborígene, uma narrativa que os descendentes palawa e os historiadores recusam.
O século XX deu à ilha estradas e parques: Mount Field e Freycinet viraram parques nacionais em 1916, e a estrada até o topo do kunanyi foi aberta em 1937, construída como frente de trabalho para desempregados. Em 1996, o massacre de Port Arthur matou 35 pessoas e mudou a lei de armas do país. Em 2010, Port Arthur e a Female Factory entraram para o Patrimônio Mundial; em 2011, o MONA abriu em Berriedale e, com os festivais Dark Mofo e Mona Foma, deu a Hobart um calendário cultural que traz visitantes de fora da ilha até no inverno.
Geografia e forma da cidade
A Tasmânia tem cerca de 68.400 km² e fica a uns 240 km ao sul do continente australiano. Montanhosa e recortada, tem o Mount Ossa (1.617 m) como ponto mais alto, e cerca de 42% do território está em reserva, 21% dele como Patrimônio Mundial. Hobart ocupa as duas margens do estuário do Derwent, no sudeste: a cidade antiga cresceu em volta de Sullivans Cove, com Battery Point no promontório ao sul e o centro comercial em grade atrás do porto, enquanto os bairros sobem as encostas do kunanyi/Mount Wellington, de 1.271 m, que tem uma estrada asfaltada de cerca de 22 km até o topo. O aeroporto fica em Cambridge, a cerca de 17 km a nordeste do centro. O clima é temperado e fresco: em Battery Point, a média das máximas vai de 22,7 °C em janeiro a 12,6 °C em julho (normais de 1991 a 2020), a chuva soma cerca de 565 mm por ano, e o topo do kunanyi pode ter neve em qualquer estação. Entre as grandes cidades australianas, Hobart é a de menos horas de sol por dia, e também a de dia mais longo no solstício de verão, com 15,3 horas. Launceston, a segunda cidade, fica a 198 km ao norte, e Devonport, onde chega a balsa do continente, a 284 km.
Cultura
O MONA mudou o lugar de Hobart no mapa cultural australiano. Além do museu, o grupo de David Walsh criou o Dark Mofo, festival de inverno com obras públicas de grande escala, música e um banquete noturno à beira do porto, que transforma junho, o mês mais escuro, em temporada de viagem.
A cultura aborígene ganhou visibilidade com a política de nomes duplos de 2013, que oficializou kunanyi/Mount Wellington, e com o uso de palavras em palawa kani, como nipaluna para Hobart. Passeios a pé conduzidos por guias palawa, como o takara nipaluna, contam a cidade a partir desse ponto de vista.
Hobart guarda instituições antigas para o tamanho que tem: o Theatre Royal, de 1837, é o teatro em funcionamento contínuo mais antigo do país, e a sinagoga de 1845, em estilo neoegípcio, a mais antiga da Austrália. A cidade também é porto de partida das expedições antárticas australianas e francesas, e a Royal Hobart Regatta, disputada desde 1830, é o evento esportivo mais antigo da ilha.
Festas e eventos
Dark Mofo
Em junho, nos dias que antecedem o solstício de inverno. Festival de arte e música do MONA, com instalações públicas, apresentações noturnas e o Winter Feast, um mercado de comida com fogueiras no Princes Wharf e nos gramados da Salamanca. O banquete cobra entrada de adultos e não aceita dinheiro.
Sydney to Hobart Yacht Race
A regata parte de Sydney no dia 26 de dezembro e cobre 630 milhas náuticas; os barcos vão chegando à Constitution Dock nos dias seguintes, até o Ano-Novo, e a doca vira ponto de encontro.
Próxima edição: 26 de dezembro de 2026 (conferido em out. de 2026) fonte
Taste of Summer
Na virada do ano, no porto de Hobart. Festival de comida e bebida da ilha, realizado desde 1988, com produtores, artesãos e restaurantes no cais, na mesma semana em que os barcos da regata chegam a Hobart.
Próxima edição: 27 de dezembro de 2026 – 3 de janeiro de 2027 (conferido em out. de 2026) fonte
Livros e filmes
For the Term of His Natural Life, de Marcus Clarke
Publicado em folhetim e lançado em livro em 1874 como His Natural Life (o título longo é de 1884), o romance acompanha um homem degredado por um crime que não cometeu. É o retrato mais conhecido da vida dos condenados na Austrália colonial, com boa parte da ação nas prisões da Terra de Van Diemen.
The Nightingale, de Jennifer Kent
Filme de 2018 ambientado em 1825 na Terra de Van Diemen, em plena Guerra Negra: uma condenada irlandesa e um rastreador aborígene atravessam a ilha. É duro, e é o jeito mais direto de entender a violência da colonização.
Perguntas frequentes
Tasmânia: como chegar à ilha e ir do aeroporto de Hobart ao centro?
O aeroporto internacional de Hobart (HBA) fica em Cambridge, a cerca de 17 km a nordeste do centro, e é o principal aeroporto da Tasmânia. O SkyBus liga o terminal ao centro a cada 30 minutos; a compra da passagem aceita só cartão de crédito, pelo site, pelo aplicativo, nos totens ou com o motorista. A outra porta de entrada é a balsa Spirit of Tasmania, que cruza o Estreito de Bass entre Geelong, perto de Melbourne, e Devonport, no norte da ilha, em 9 a 11 horas, normalmente à noite e com lugar para o carro.
Tasmânia: quantos dias ficar?
Eu ficaria pelo menos três dias na Tasmânia com base em Hobart: o primeiro para Sullivans Cove, a Salamanca Place, Battery Point e a Female Factory; o segundo para o MONA, de balsa, e o topo do kunanyi à tarde; e o terceiro inteiro para Port Arthur, de carro. Com cinco dias, eu acrescentaria um dia na Bruny Island e terminaria na Wineglass Bay, dormindo em Coles Bay em vez de voltar a Hobart no mesmo dia. Cradle Mountain fica a mais de quatro horas de estrada e pede pelo menos dois dias a mais, de preferência como ponto final de quem segue para o norte e para a balsa de Devonport.
Tasmânia: qual passe de parque nacional comprar?
Todo parque nacional exige passe, vendido on-line e nos centros de visitantes. Pelos preços publicados nos sites oficiais em 19 de outubro de 2026, o passe diário custa A$ 49,15 por veículo com até oito pessoas, ou A$ 24,55 por pessoa a pé, de bicicleta ou de ônibus, e vale 24 horas; o Holiday Pass, válido até dois meses em todos os parques, custa A$ 98,35 por veículo ou A$ 49,20 por pessoa. Dois diários custam praticamente o mesmo que o Holiday Pass, e a partir de três dias de parque eu compraria o de dois meses; conte também o South Bruny National Park e o Tasman National Park. Cradle Mountain tem passe diário próprio, de A$ 30,70 por adulto com o ônibus do parque incluído; quem tem o Holiday Pass paga o ônibus à parte, A$ 15,50 por adulto para 72 horas. Os preços dos parques são reajustados todo ano pela inflação.
Tasmânia: como visitar o MONA?
O MONA, museu particular do colecionador David Walsh, fica escavado no penhasco da península de Berriedale, rio acima: entra-se por um pavilhão térreo e desce-se uma escada em espiral até três andares sem janelas, onde antiguidades convivem com arte contemporânea centrada em sexo e morte. A ida de balsa, em cerca de 30 minutos a partir do cais de Brooke Street, faz parte da visita. Abre de quinta a segunda, das 10h às 17h, com entrada por horário marcado; tasmanianos não pagam, mas precisam de ingresso, e menores de 12 anos não pagam. O museu não aceita dinheiro, e algumas obras não são indicadas para crianças.
Tasmânia: como é a visita a Port Arthur?
O Port Arthur Historic Site, antigo presídio da península de Tasman, a 90 minutos de carro de Hobart, recebeu de 1833 a 1877 os condenados reincidentes da colônia. As construções de arenito feitas pelos presos se espalham por um parque à beira da baía: as ruínas da penitenciária, a Separate Prison em forma de cruz, onde os presos ficavam encapuzados e em silêncio, a torre de guarda, a igreja e o asilo. Do outro lado da água ficam Point Puer, a prisão de meninos, e o cemitério da Isle of the Dead. A entrada geral permite circular no próprio ritmo e dá direito às palestras gratuitas dos guias, que mudam de horário a cada dia; visitas guiadas, o barco à Isle of the Dead e o passeio noturno com lanterna são pagos à parte. O Memorial Garden lembra as 35 vítimas do massacre de 1996. Aberto todos os dias das 9h às 17h, exceto no Natal; o sítio faz parte do Patrimônio Mundial desde 2010.
Tasmânia: como subir o kunanyi/Mount Wellington?
O kunanyi/Mount Wellington, a montanha de 1.271 m que domina Hobart, tem uma estrada asfaltada de cerca de 22 km até o topo, aberta em 1937, e um mirante fechado com vista para a cidade, o estuário do Derwent e, em dia claro, as montanhas do oeste. Da parada The Springs, a 720 m, saem caminhadas como a das Organ Pipes, a parede de colunas de dolerito que se vê da cidade, que começa pela Pinnacle Track. A entrada no Wellington Park é gratuita, mas o tempo muda rápido: pode nevar em qualquer época, a estrada fecha com gelo, e o parque fecha em dias de perigo extremo de incêndio. Sem carro, sobe-se com o ônibus Explorer, que sai em frente ao Tasmanian Travel and Information Centre às 9h30, 11h, 12h30 e 14h, e também às 15h30 de outubro a abril; o passeio dura 2,5 horas, com 30 minutos no topo. Eu deixaria a subida para o dia mais limpo da estadia e conferiria se a estrada do topo está aberta. Com nuvem baixa, o mirante não mostra nada.
Tasmânia: como ir à Bruny Island?
A Bruny Island se alcança pela balsa de Kettering, a cerca de 40 minutos ao sul de Hobart: a travessia dura 20 minutos e há saídas a cada 20 minutos das 6h10 às 19h. A passagem pode ser comprada na hora, no terminal, e vale para a próxima balsa disponível. A balsa de Bruny custa a partir de A$ 58,60 por veículo, ida e volta. Um dia dá para The Neck, Adventure Bay e o farol de Cape Bruny, no extremo sul, com paradas em produtores de queijo e ostras. O South Bruny National Park, onde fica o farol, exige passe de parque. A ilha tem cerca de 50 km de comprimento: saia cedo.
Tasmânia: dá para ir à Wineglass Bay num bate-volta?
A Wineglass Bay, no Freycinet National Park, fica a duas horas e meia ou três de carro de Hobart, pela costa leste e por Coles Bay. O mirante da Wineglass Bay leva de 1 a 1,5 hora ida e volta; a descida à praia, de 2,5 a 3,5 horas. Com cinco a seis horas de estrada no total, funciona melhor com pernoite em Coles Bay, ou como parada no caminho para Launceston e o norte. O parque exige passe.
Tasmânia: qual é a melhor época?
O verão austral, de dezembro a fevereiro, é a alta temporada: dias longos, com 15,3 horas de luz no solstício, máximas médias de 21 °C a 23 °C em Hobart, trilhas abertas e a cidade cheia com a regata Sydney a Hobart e o Taste of Summer na virada do ano. Março mantém máximas médias perto de 21 °C fora das duas altas temporadas citadas pela Tourism Australia, e eu o escolheria para caminhar na Freycinet e em Cradle Mountain. O outono, até maio, esfria rápido. O inverno, de junho a agosto, também é alta temporada por causa do Dark Mofo: as máximas ficam perto de 13 °C, o kunanyi costuma ter neve e a estrada do topo pode fechar com gelo, e as trilhas de montanha pedem equipamento de frio. A primavera, de setembro a novembro, é a baixa temporada, com máximas médias de 15,7 °C em setembro a 19,1 °C em novembro. Em qualquer época, o topo do kunanyi e Cradle Mountain podem ter neve.
Tasmânia: quais cuidados tomar na natureza e na estrada?
Os riscos que mais mudam uma viagem à Tasmânia estão na natureza e na estrada. No kunanyi e em Cradle Mountain, o tempo vira em minutos: leve casaco impermeável e camadas, confira a previsão e volte se a visibilidade cair, como recomenda o próprio parque. A estrada do kunanyi fecha com gelo ou neve, e o Wellington Park fecha inteiro nos dias de perigo extremo ou catastrófico de incêndio. A subida ao cume de Cradle Mountain é longa, exposta e escorregadia no inverno. Fora das cidades, evite dirigir à noite, quando a fauna fica ativa e atravessa as estradas, e lembre que se dirige pela esquerda.
Outras cidades do país
Austrália ↗- Dias
- 3–4
- Quando
- mar–abr · out–nov
- Por pessoa/dia
- Média de 280–450 A$Perfil médio · por pessoa/dia
Escopo do custo
Por pessoa e por dia: hospedagem, refeições, transporte urbano, visitas e uma margem para extras. Voos não incluídos; compras maiores variam. Estimativa editorial, não cotação.
- Dias
- 3
- Quando
- mar–mai
- Por pessoa/dia
- Média de 180–260 A$Perfil médio · por pessoa/dia
Escopo do custo
Por pessoa e por dia: hospedagem, refeições, transporte urbano, visitas e uma margem para extras. Voos não incluídos; compras maiores variam. Estimativa editorial, não cotação.
- Dias
- 2–3
- Quando
- mai–set
- Por pessoa/dia
- Média de 220–380 A$Perfil médio · por pessoa/dia
Escopo do custo
Por pessoa e por dia: hospedagem, refeições, transporte urbano, visitas e uma margem para extras. Voos não incluídos; compras maiores variam. Estimativa editorial, não cotação.
- Dias
- 3–4
- Quando
- mai–set
- Por pessoa/dia
- Média de 150–260 A$Perfil médio · por pessoa/dia
Escopo do custo
Por pessoa e por dia: hospedagem, refeições, transporte urbano, visitas e uma margem para extras. Voos não incluídos; compras maiores variam. Estimativa editorial, não cotação.
- Dias
- 3
- Quando
- jul–out
- Por pessoa/dia
- Média de 181 AUDPerfil médio · por pessoa/dia
Escopo do custo
Por pessoa e por dia: hospedagem, refeições, transporte urbano, visitas e uma margem para extras. Voos não incluídos; compras maiores variam. Estimativa editorial, não cotação.






